A melhor definição para eles é: altamente inspirados, a ponto de dedicar tanto tempo escondidos de tudo e de todos e, até mesmo, evitando algumas rodadas dos populares jogos de cartas, lá estavam Anderson, Gabriel e Wendell, exercitando a criatividade e os dotes artísticos para compôr os bilhetes mais românticos de 2015.
Por vezes, podíamos vê-los saindo do quarto sorrateiramente, para depositar na urna, um maço compacto, bem carregado de papeizinhos dobrados que deveriam ser lidos mais tarde.
Até personagens icônicos da nossa infância tiveram uma menção entre os bilhetes, mas, nenhuma menção é tão ardentemente esperada, quanto a do nosso glorioso Natanael, que já até sabe que, quando esses escrivões se juntam no quarto desse jeito, é certo que, dali, o nome dele também vai sair.
É, Natanael! Quando isso ocorre, as pérolas do dia já estão garantidas! ;)
sexta-feira, 6 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
O Tampão do João
Momentos tensos atravessaram os que viram pessoalmente quando Joãozinho teve que fazer limpeza e curativo de um ferimento que arrumou no retiro de 2015. Algo que como um tampão foi aberto em contato com, segundo o mesmo, uma pedra (aliás, que pedra imolada).
Lá estava então um trabalho para a enfermeira dos retirantes, Amanda Rios, que teve que aturar as suas cenas dramáticas na hora da lavagem, para a remoção da terra impregnada no local do ferimento.
Suyane também apareceu para dar assistência e um importante apoio psicológico ao sofredor paciente, ordenando que ele ficasse quieto da forma como bem lhe atribuímos.
Após esses tais momentos, lá estava o Joãozinho, obrigado a muito custo, a permanecer deitado no sofá com o pé suspenso, mas, praticamente em vão.
Em outro momento, não muito depois, estava ele deitado na rede e, dessa vez, me importunando para que eu lhe trouxesse um copo de refresco.
No embalo, Tiago com o violão, aproximou-se e o acompanhou na execução de algumas paródias, aonde ele efetuava inúmeras vezes o mesmo pedido a mim.
Lá estava então um trabalho para a enfermeira dos retirantes, Amanda Rios, que teve que aturar as suas cenas dramáticas na hora da lavagem, para a remoção da terra impregnada no local do ferimento.
Suyane também apareceu para dar assistência e um importante apoio psicológico ao sofredor paciente, ordenando que ele ficasse quieto da forma como bem lhe atribuímos.
Após esses tais momentos, lá estava o Joãozinho, obrigado a muito custo, a permanecer deitado no sofá com o pé suspenso, mas, praticamente em vão.
Em outro momento, não muito depois, estava ele deitado na rede e, dessa vez, me importunando para que eu lhe trouxesse um copo de refresco.
No embalo, Tiago com o violão, aproximou-se e o acompanhou na execução de algumas paródias, aonde ele efetuava inúmeras vezes o mesmo pedido a mim.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
O Fenômeno das Bandeirinhas Flutuantes
Assim como Társis, o bisneto de Noé, conquistou o seu espaço que dizem ter sido onde hoje é a Espanha, o nosso Társis Ramos, da I.B.C.C. conquistou o seu espaço. Porém, sua imponente barraca tinha o seu "calcanhar de Aquiles". As suas amarras, no decorrer da noite, eram praticamente invisíveis e comumente, alguns retirantes tropeçavam em algo que não tinham visto. Maior espanto, no entanto, aconteceu quando vimos espécies de bandeirinhas improvisadas, que pareciam "flutuar" em volta da barraca.
Pois é. O Társis da Bíblia era filho de Javã, o "pai dos gregos" e os gregos também são lembrados pelos seus pensadores, os amantes da arte do questionamento e da dedução. Nosso Társis não foi diferente. As bandeirinhas surtiram num efeito mais do que esperado. Além de ter evitado que alguém caísse em uma das amarras invisíveis no escuro, poderia ter afastado alguns transeuntes, que acharam ter visto assombrações, porque as bandeirinhas pareciam, de fato, estar flutuando.
Gustavo Henrique - A Muralha Inquebrável
Em 2013, o nosso querido retirante Gustavo Henrique, mostrou que é um apaixonado pelo futebol, defendendo com honra o gol e sua nobre função de goleiro, com ainda maior responsabilidade, uma vez que lá estava ele, sem camisa e prestes a receber verdadeiras "bombas" de destra, que cravaram o seu peito com um atordoante baque e deixou toda a respectiva área do seu corpo intensamente avermelhada, mas, ainda assim, continuou de pé, afora os sons ensurdecedores que o mesmo emitiu, numa tentativa de atrapalhar seus atacantes. Surpreendente. Superou o Yuri mordendo a língua. Que mais ainda não veremos?!
A Execução Massiva de Tchi-Boom
Em 2012, Carlos Filipi comandou um grande Tchi-boom com o maior número de vítimas que eu já presenciei. Por um momento, a piscina do sítio estava que como um verdadeiro aglomerado de gente como raramente é visto.
O ataque a mim empreendido foi um bote de surpresa, de autoria do próprio Carlos Filipi, que veio por detrás de mim e me atirou como que detendo sutilmente uma sinuosa e esportiva vingança. Isto não ocorreria se eu, prontamente, fizesse em tempo hábil o mesmo que fiz no ano anterior, quando fui por conta própria mergulhar na piscina, evitando que Suyane e Ingrid, que organizavam o Tchi-Boom na época, detivessem tal ação comigo, por suas próprias mãos.
O engraçado é que, após a minha queda, eu, que só fui mais uma vítima entre dezenas, parecia ter sido a que mais atraiu olhares, e, ainda por cima, a cena da minha queda e da minha cara de "bobo" falando: "Sem- graça!", depois de levantar, foi mostrada inteirinha em quadro de fotos, num slide, durante um culto no domingo à noite.
Peripécias de um Burrinho no Mundo - Parte 3
Assim como o goleiro que agarra a bola, mas depois deixa cair dentro do gol, por muitas vezes vivemos experiências amargas onde nós, culpados pelos nossos próprios erros, nos revoltamos contra nós mesmos.
Desta forma posso descrever o episódio em 2009, onde numa gincana de desenhos, na qual a vitória parecia garantida, um desenho rico em detalhes e de facílima compreensão foi anulado pela inevitável emissão de sons onomatopaicos que o instinto promoveu.
Pois bem. Eu diria que o sucesso em uma gincana muda requer um rigoroso treinamento contra os instintos.
Desta forma posso descrever o episódio em 2009, onde numa gincana de desenhos, na qual a vitória parecia garantida, um desenho rico em detalhes e de facílima compreensão foi anulado pela inevitável emissão de sons onomatopaicos que o instinto promoveu.
Pois bem. Eu diria que o sucesso em uma gincana muda requer um rigoroso treinamento contra os instintos.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Informações Perdidas
Tivemos alguns casos de sonambulismo, uma lagartixa que foi o terror dos retirantes, relatos de água "caindo pra cima" e alguns problemas na distribuição alimentícia. O poço que não deu vazão, enfim. Se a memória colaborar, talvez surjam algumas postagens sobre este retiro. Creio que meu trabalho em 2013, na cobertura do mesmo, foi o melhor de todos os tempos. Vamos torcer para que nossas próximas aventuras sempre rendam boas histórias.
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